Informe os setores da empresa e veja o efeito da Fase 1 (42h e duas folgas) e da Fase 2 (40h) na folha de pagamento, mantendo os salários atuais.
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Agrupe empregados com salário e escala parecidos. Use a média salarial do grupo.
Exemplo preenchido: substitua pelos dados da sua empresaCenário A, mesmo quadro: a empresa mantém os empregados e aceita operar menos horas; o custo sobe pelo valor da hora extra. Cenário B, mesma cobertura: a empresa contrata para manter as horas e os dias de funcionamento atuais.
| Setor | Empregados | Valor da hora hoje | Valor da hora nova | Horas/mês a menos (A) | Contratações (B) | Custo extra/mês (A) | Custo extra/mês (B) |
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Valor da hora. Salário dividido por jornada semanal × 5 (220 para 44h, 210 para 42h, 200 para 40h). O salário mensal não muda.
Horas extras. Mesma quantidade de hoje, com adicional de 50% sobre o novo valor da hora, mais encargos.
Contratações. O maior entre dois fatores: horas (jornada atual ÷ nova) e dias (6 ÷ 5, quando o setor precisa funcionar mais de 5 dias e o empregado hoje trabalha 6). Arredondado para cima por setor, com o salário médio do setor.
Encargos. Estimativa de 29% no Simples (FGTS 8% e provisões de férias e 13º com reflexos) e 62% nos demais regimes (inclui INSS patronal, RAT e terceiros). Ajuste conforme a sua realidade.
Não inclui. Benefícios (vale-transporte, alimentação, plano de saúde), adicional noturno, convenção coletiva específica, custos de admissão e treinamento.
Base legal. Proposta de emenda que encerra a escala 6x1: 42h e duas folgas 60 dias após a promulgação, 40h doze meses depois. As regras dependem do texto final.